Comissão Psicanálise, Gêneros e Sexualidades
Coordenação
Fran Rocha
psicanalista e professora universitária. Mestra e doutoranda em saúde coletiva pela Escola Paulista de Medicina - Unifesp. Seu campo de pesquisa se dá nas franjas entre a saúde coletiva, a psicanálise, a antropologia e os estudos de gênero e HIV. Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), título em Medicina de Família e Comunidade e especialização em psiquiatria pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Tem mais de dez anos de experiência no SUS - Sistema Único de Saúde, onde trabalhou como médica de família. Fez formação em psicanálise no Centro de Estudos Psicanalíticos e segue em formação contínua no Fórum do Campo Lacaniano de São Paulo. É cocriadora e coorganizadora da Roda (da) Diversidade, dispositivo de debate e estudo em que se discutem psicanálise e vivências LGBTQIAPN+.
Gabriela Cordaro
psicanalista, bacharel em Artes Cênicas pela ECA/USP, coordenadora do Observatório de Gêneros e Sexualidades do Centro de Estudos Psicanalíticos - CEP. Estuda a autora Anne Dufourmantelle - “Posgrado Devenires del Trauma”, no Centro de Salud Mental Dr. Hugo Rosarios na Argentina. Autora do livro “Pidgin”, ed. Laranja Original. Pesquisa as relações entre psicanálise, teatro e literatura.
Karen D. M. Ferreira Razera
possui graduação em psicologia e pedagogia; Pós-graduada em sociopsicologia; Mestre em Educação; e doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano. É psicanalista em consultório particular, com formação realizada pelo Centro de Estudos Psicanalíticos - CEP. É supervisora de estágios e professora de psicanálise no curso de Psicologia do Centro Universitário São Camilo.
Sobre a Atividade
Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais, Queer, Intersexo, Assexual, Pansexual... A sigla LGBTQIAP+ reúne diversas nomeações para possibilidades de gênero e sexualidade, sem nela pretender se esgotar: o símbolo que vem por último não estabelece um final, mas sim a abertura: um mais além? A partir de provocações vindas da arte e de outros campos que dialogam com a psicanálise, e levando em consideração conteúdos recolhidos na clínica psicanalítica, buscaremos destrinchar alguns desses significantes, tendo em mente não apenas os atravessamentos interseccionais da violência com essas minorias, mas também a inventividade com que colocam em desordem a cisheteronormatividade.
Data: última quarta-feira do mês
Horário: das 13h30 às 15h
Frequência: mensal
