Diagnóstico em Psicanálise: uma questão de sintomas ou de estrutura?
Sobre a Atividade
programa
Por conta da influência da psiquiatria e das diversas correntes de Psicanálise e psicoterapia, vivemos em nossos dias em meio a um enxame de entidades diagnósticas.
Alguns analistas, em nome de uma “complementariedade” entre as disciplinas, não conseguem se desfazer, por vezes, da narrativa psiquiátrica em que os transtornos que constituem o DSM se infiltram no discurso da Psicanálise. Outros afirmam, em defesa de um certo ecletismo, tal qual um sincretismo religioso, que diferentes pacientes se ajustam melhor ao recorte deste ou daquele autor ou teoria.
O diagnóstico a partir de sintomas resulta em uma clínica descritiva, do olhar, como é a medicina.
Com frequência nos esquecemos de que o diagnóstico em Psicanálise é feito sob transferência. Ele se faz a partir da posição em que o analista é colocado pela fala do paciente, pela interrogação fundamental que o mobiliza. Somente assim se constitui uma clínica da escuta.
Discutiremos, entre outros, os seguintes tópicos:
• Neuroses: a histeria, o obsessivo e o fóbico
• Psicoses: o desafio do diagnóstico na ausência de surto no passado ou no presente
• Os diagnósticos psiquiátricos
• O “borderline”
• A direção do tratamento a partir do diagnóstico
datas
terças-feiras | 24 de setembro; 01, 08, 15, 22 e 29 de outubro e 05, 12 e 19 de novembro
horário | 9h às 11h
carga horária
18 horas (9 aulas de 2 horas cada)
dirigido
a psicólogos, psiquiatras, psicanalistas, estudantes e profissionais das áreas da saúde
preço
três mensalidades de R$ 420,00
alunos do CEP: três mensalidades de R$ 370,00
