Estudo de Caso (Karin de Paula)
Sobre a Atividade
O que torna um trabalho clínico um “caso clínico” se não a relação singular que o analista mantém com a Psicanálise? Podemos assumir que não há coincidência entre a cena clínica e a teoria, à qual o analista recorre, mobilizado pelas questões surgidas no cotidiano de seu ofício. Nesse trânsito entre a teoria e a prática há efeitos. O campo de reflexão sobre esses efeitos é o da relação de cada analista com a teoria psicanalítica, que é necessariamente da ordem do construído e do particular. Mas cabe ao analista o compromisso com a transmissão da Psicanálise… e, como em todo campo da Psicanálise, essa transmissão é sempre a partir das apropriações singulares de cada analista. Essa é a inscrição e a contribuição de cada praticante ao campo psicanalítico.
duração
7 encontros de 1 hora e meia cada
datas
1° semestre: 27 de abril, 25 de maio e 22 de junho de 2009
2° semestre: 24 de agosto; 21 de setembro; 26 de outubro e 23 de novembro de 2009
dirigido
a psicólogos, psicanalistas e profissionais com prática clínica
preço
quatro mensalidades de R$ 110,00
