Prática Psicanalítica: Repetição E Criação
Sobre a Atividade
Como conceitualizar a capacidade de um sujeito de inovar, de livrar-se parcialmente da compulsão à repetição mediante a simbolização historicizante que é a análise?
No pós-freudismo, a busca pelas determinações infantis se converteu no encontro com o fatalismo, como se analisar fosse confirmar o Destino. Daí o tom lúgrube da psicanálise que interpreta monotonamente a repetição. Mas, toda simbolização está condenada à repetição? O chiste, o jogo, a sublimação, os vínculos atuais, o humor, são simbolizações abertas que, ao conjugar passado, presente e futuro, articulam a repetição com a diferença.
A análise é um encontro entre duas histórias que a condicionam: a do paciente e a do analista. Pretender que a função de analista seja absolutamente objetiva (ilusão que, entretanto alguns sustentam) desvitaliza essa experiência ou abre as portas ao ceticismo. Recordar para poder esquecer: este aparente paradoxo resume bem a concepção freudiana do processo analítico.
• Do sintoma ao chiste: repetição e criação.
• Sintoma, sonho, chiste: protótipos das formações de compromisso.
• O chiste: um jogo desenvolvido.
• A Sublimação.
• O Humor.
• Vínculos atuais: objeto fantasiado, objeto real.
• História transferencial e implicação subjetiva.
• Rumo a uma metapsicologia dos processos criativos.
sábado | 22 de maio
horário | 9h30 às 12h30 e 14h às 17h
dirigido a psicólogos, psicanalistas, estudantes e profissionais das áreas da saúde
preço
Até o dia 07/05/10 | R$ 190,00
Após o dia 07/05/10 | R$ 210,00
