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PROGRAMA
“E agora devo pedir ao leitor que (...) mergulhe comigo nos menores detalhes de minha vida, pois esse tipo de transferência é obrigatoriamente exigido por nosso interesse no sentido oculto dos sonhos.” (Freud, 1900). Ao se deparar com os desafios da elaboração de “A Interpretação dos Sonhos”, Freud entende que a auto-observação seria incontornável. Experienciar – em primeira pessoa “no plural” – o pensamento em livre associação (no setting psicanalítico) constitui um eixo central do percurso de uma análise.
“Todo psicólogo, escreve Delboeuf [1885], é obrigado a confessar até mesmo suas próprias fraquezas, se acreditar que assim lança luz sobre algum problema obscuro.” (Freud, 1900)
Até que ponto a escrita autobiográfica se faz necessária para que se produza a convicção – vínculo de Fé – no método psicanalítico?
1. Momentos autobiográficos na obra freudiana
2. Klein, Winnicott, Bion, Ogden e a experiência da escrita “de si, por nós”
3. A psicanálise como uma atividade autobiográfica (Scappaticci, 2023) 4. Exercício prático de escrita
5. Leitura compartilhada
DIRIGIDO
a psicólogos, psiquiatras, psicanalistas, profissionais com prática clínica e interessados nas relações entre a Literatura a Psicanálise e a escrita.
HORÁRIO
sexta-feira | 18h30 às 21h
PREÇO
até o dia 24/08/25 | R$ 125,00
após o dia 24/08/25 | R$ 155,00